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Vitiligo

O vitiligo o é uma doença que não compromete a saúde geral da pessoa, no entanto é responsável por grandes transtornos emocionais. Cerca de metade das pessoas que desenvolvem esta doença começam a ter sintomas antes dos 20 anos e um quinto dos doentes tem um parente com vitiligo. Não é uma doença contagiosa.

Causa

O vitiligo é uma doença ocasionada pela perda de pigmento em algumas áreas da pele, resultando em manchas brancas, sem cor. Apesar de haver muitas teorias a causa ainda não é conhecida . Acredita-se que seja uma doença auto-imune onde o próprio organismo reage contra o pigmento da pele. Em muitos casos está associado a outras doenças auto-imunes, como doenças da tireóide.

Sintomas

  • Áreas esbranquiçadas na pele, em geral de aparecimento lento e distribuição simétrica em qualquer parte do corpo.
  • Os pelos nas áreas com vitiligo também costumam perder a cor.
  • Não há qualquer outra alteração na pele afetada, a não ser a perda da cor. Tanto a sensibilidade, como textura e outras características cutâneas são mantidas.
  • A evolução e a gravidade da perda do pigmento variam de pessoa para pessoa.

Diagnóstico

O dermatologista é treinado para fazer o diagnóstico do vitiligo através do exame visual. Quando tem dúvida, pode utilizar um tipo de luz especial, chamado Luz de Wood. A biópsia de pele costuma não ter utilidade.

Curiosidades

  • Muitas vezes o vitiligo desaparece de forma espontânea sem nenhum tratamento
  • Pessoas de pele muito clara pode só perceber o contraste entre as lesões de vitiligo e a pele normal quando fica bronzeado. Por isso, vitiligo é mais perceptível em pessoas de pele mais escura.
  • O “método cubano” de tratamento de vitiligo não apresenta resultado superior aos obtidos por outros métodos.
  • As lesões de vitiligo perderam a proteção natural contra o sol e por isso podem se queimar facilmente quando expostas. Para evitar queimaduras é recomendado usar protetor solar nas áreas de vitiligo não cobertas por roupas, principalmente no período de sol mais forte.

Tratamento

Existem vários tratamentos disponíveis, mas nenhum garante a cura. O controle da doença, com volta da pigmentação, é possível na maioria dos casos
  • Cremes contendo corticóides que podem apresentar efeitos colaterais e portanto devem ser usados somente sob supervisão de um dermatologista.
  • Cremes de imunomoduladores tópicos também têm apresentado bons resultados, com menos efeitos colaterais que os corticóides. Nestes casos é sabido que áreas expostas apresentam melhor resultado que áreas cobertas.
  • Fototerapia é um tratamento que utiliza uma substância estimulante da repigmentação ativada por banhos de sol ou fontes artificiais de luz ultravioleta. As sessões devem ser feitas diariamente por várias semanas.

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